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Os jardins no entorno do Instituto Nacional de Infectologia (INI), próximos a Administração do Hospital Evandro Chagas e Projeto Elsa, no campus Manguinhos, foram recuperados seguindo a linguagem paisagística do campus. A intervenção finalizou a entrega do pacote completo de urbanização da região do INI.
O projeto foi confeccionado apenas com materiais reciclados ou de resquícios de obras do campus Manguinhos, num reaproveitamento total de materiais, em sinergia com a sustentabilidade e a responsabilidade ambiental. Já a vegetação utilizada, limitou-se à existente no Horto Fiocruz completando o ciclo de sustentabilidade. Não houve aquisição de materiais para os jardins e com isso, há antigos materiais com novos usos, como: pó de brita e paralelepípedos, restantes das intervenções civis pelo campus, serviram para recobrir o solo em caminhos de acesso (a fim de evitar um forte processo de erosão) e definir as manchas de vegetação (fazendo a função de separador).
Essa visão de trabalho tem como objetivo confeccionar um cenário interno de sustentabilidade, com diminuição dos poluentes e de ruídos, num ambiente de qualidade ambiental, estabilidade climática, diversidade de espécies vegetais nativas e atração da avifauna local, unificando a linguagem paisagística, harmonizando as áreas verdes, promovendo a proteção do patrimônio natural, de flora e fauna existentes, ambiência de bem-estar e saúde à comunidade Fiocruz como um todo, além de economizar recursos da Administração Pública.
O desenvolvimento do projeto paisagístico ocorreu entre os meses de julho e agosto e a execução do serviço em outubro.
Parabéns à Dirac por esse trabalho. Que outras iniciativas nesse sentido possam ser implementadas, não só para o embelezamento de nossa istituição, como também, e principalmente, pela boa utilização de material reciclável.
Teresa
Iniciativa super importante, pois a sustentabilidade não pode ficar só no discurso e precisa ser ampliada para as ações diárias, não só no âmbito da coletividade, mas também através das iniciativas individuais. Em tempos de A3p ganha uma dimensão maior, haja visto que a ação de adesão não se restringe ao “contrato’ em si, angariando esforços que precisam ser repassados como conquistas comunitárias. Tudo que vier nesse sentido acrescenta e aqui deixo uma contribuição pessoal no que diz respeito à coleta de sementes para repasse ao Horto Fiocruz. Acredito na multiplicação de ações nesse sentido por intermédio de campanhas que possam chamar as pessoas a participar. Chamar à percepção de cada um para sua rua, seu quintal, onde sementes são lançadas todos os dia ao vento e podem ser recolhidas e se multiplicar em mudas para o Horto, acrescentando ao nosso ambiente de trabalho.
Prezada Nair,
todos os jardins dos campi são revitalizados com mudas produzidas no Horto Fiocruz.
Agradecemos o contato.
Atenciosamente,
Diretoria de Administração do Campus